Skins: As meninas viraram mulheres

Deixei de assistir Skins na quinta temporada, quando a terceira geração assumiu. Os personagens simplesmente não me cativaram como os outros e larguei no segundo ou terceiro episódio, a versão americana da série foi muito decepcionante, então desisti de vez (eu tentei!). Senti os problemas e questionamentos no roteiro muito adolescentes, percebi que os fãs estavam amadurecendo, mas a série não.

Parece que o canal da série originalmente britânica, o E4, também percebeu isso. Cumprindo sua promessa de que a terceira geração fora a última, Skins volta na sétima temporada, trazendo o futuro (ou o presente) de antigos personagens, um questionamento que os fãs sempre faziam quando as histórias de outras gerações começavam. É evidente que foram escolhidos os que mais caíram no gosto do público, e que podiam dar uma boa continuidade, a maioria, mulheres.

Estou curiosa (e torcendo) para saber se Cassie deixou de ser anoréxica, se James Cook reencontrará Effy, como está o relacionamento de Naomi e Emily, mas até agora, foi apresentado no primeiro episódio, a nova rotina de Effy Stonem.

Foto: Divulgação

Sem o irmão Tony Stonem (pelo menos até agora não foi anunciada uma aparição dele), Effy protagoniza mais uma vez a série. Agora ela é secretaria em uma empresa que funciona como uma bolsa de valores, mas sobe de cargo em uma temporada, graças as suas habilidades para o negócio e para seduzir seus colegas de trabalho.

Naomi que agora mora com ela, não concorda com suas atitudes para alavancar a carreira, eu também não, mas como sempre, Effy não se importa e faz mesmo assim.

Foto: We Heart It A atriz Lily Loveless que interpreta Naomi está visivelmente mais velha, enquanto Kaya Scodelario aparenta ter crescido somente alguns centímetros, não envelheceu nada. Para dar esta aparência, a personagem Effy perde os coturnos, saias e maquiagem pesada que usava nos olhos quando adolescente, e agora usa roupas formais, que, pelo menos eu, nunca a imaginava usando. Porem sua acidez e sarcasmo continuam intactos, além de sua capacidade de sedução.

O primeiro episódio deixa no ar que muitas coisas estão por vir, agora as meninas viraram mulheres e tem problemas mais graves. Se antes Skins lidava com problemas psicológicos de adolescentes, bullying, família e drogas, agora as pautas são dinheiro, doenças como o câncer, relacionamentos duradouros, sexo e trabalho (e as vezes os dois juntos). Parece que vamos voltar a falar (bem ou não) de Effy e das outras por aqui.

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