Tubby e a falsa ideia de igualdade

Depois de um longo e explicativo post sobre toda a problemática do Lulu, pensei que não teria que tornar a falar sobre a febre de aplicativos fúteis que se dizem no direito de classificar alguém. Mas eis que o Tubbby – a versão do Lulu para homens (pois é…) – é criado, e permite o cadastro prévio, e o assunto volta a tona.

A criação do Tubby só nos prova o que já disse no post anterior. Nada dessas brincadeirinhas de mal gosto nos coloca, homens e mulheres, em pé de igualdade. Avaliar um cara no Lulu em troca por ter te chamado de vadia por ter ficado com mais de um cara em uma noite, não rebate ou anula este comentário dele. Fazer os homens sentirem na pele a opressão sentida pela mulher desde o seu nascimento, não é uma forma de ensiná-los o quanto classificar alguém é errado.

tubbt

E a prova de que os homens não aprenderam a lição através do Lulu é a própria criação da sua versão oposta. O que acontece no app, acontece com as mulheres todos os dias, mas toda essa problemática de objetificar alguém só tornou-se tão polêmica depois que o homem sentiu na pele a tal objetificação.

Tal objetificação do homem se dá por meio de hashtags como #ValeMenosQuePãoNaChapa, #NãoSeDaBemComMinhasAmigas, #NãoÉUmBabaca, enquanto na hora de julgar a mulher está sendo traduzida para o Tubby da forma mais machista e absurda.

luluNão estou defendendo o Lulu com o argumento de que o Tubby é pior, estou dizendo que o fato de o Tubby ser pior, é por causa de um machista encravado na sociedade e que as pessoas insistem em dizer que não existe.

Enquanto o Lulu só usava hashtags de teor sexual para avaliações positivas (a #NãoFazNemCosquinha foi retirada do aplicativo por não ser considerada a proposta da brincadeira) já surgiram spoilers de hashtags como #DaPraTodoMUndo como negativa e (pasme!) #AnalVoluntário como positiva.

Com essas e outras hashtags o aplicativo insinua que o anal involuntário é necessário em determinadas situações e que acontece, que a mulher não tem a liberdade de transar com quem quiser, que se ela não quiser ser julgada que não faça nada disso. Engraçado, onde é que eu já ouvi esses argumentos antes? Ah é! Na sociedade patriarcal! 

O fato do Lulu ter sido recebido como uma vingança para mulheres que foram julgadas é prova de que não há igualdade. Os homens terem ficado ofendidos com o que, inicialmente era só uma brincadeirinha fútil, prova que eles nunca tinham sido oprimidos antes, ao contrário das mulheres, prova, que não há igualdade. As hashtags grosseiras do Tubby, é a prova de que não há igualdade.

Todos os comentários preconceituosos e violentos que existem (ou existirão) no Tubby foram transferidos da vida real para o aplicativo. Julgar uma mulher pela quantidade de parceiros que ela já teve e todos os outros motivos pelo qual o Tubby se baseia não é coisa nova, coisa moderna de aplicativo criado em 2013, não.

Enquanto o homem fica “mal-falado” por usar um sapato feio e comer muito fast-food, a mulher que for “bem-avaliada” porque #curtetapas ou #engoletudo, não vai poder sair na rua sem ser fortemente criticada e sofrerá uma opressão pesada, assim como acontece com meninas que aparecem fazendo (ó, que absurdo!) sexo em vídeos divulgados na internet.

Fonte: Não Aguento Quando
Fonte: Não Aguento Quando

A teoria do “Quem não deve não teme” também surgiu depois dos problemas com descadastro do aplicativo, que as mulheres tentaram fazer desde que o site supostamente disse que era permitido.

(Já que no Lulu existe este recurso, muitas mulheres tentaram, mas o aplicativo realiza o processo de forma duvidosa, pedindo que você disponibilize informações a ele. Eu tentei acreditar que não havia como prometerem que se pode negar ser avaliada, mas na verdade não existe essa opção, seria muito antiético, mas aparentemente é isso mesmo).

Mais uma vez, assim como na vida real, não se tem escolha. Para você, o que a mulher lhe deve? Satisfação? Castidade? Pureza? Respeito?. Então a mulher que segue todas as regras patriarcais sobre como ser uma mulher, não deve mesmo se preocupar com o Tubby.

Você já parou para pensar que toda essa polêmica, discussão e revolta é por causa de uma brincadeira infantil? De ambas as partes, é claro. As mulheres começaram julgando com hashtags infantis, vazias e fúteis, os homens, que nunca sentiram uma massa os criticando publicamente, se sentiram extremamente ofendidos, mas não estão necessariamente rebatendo de forma injusta por suas classificações serem mais “pesadas” que as das mulheres, eles estão rebatendo da forma que foram ensinados a classificar o sexo oposto desde criança e como nunca tiveram essa ideia amadurecida, deu no que deu. “Nossa, ela disse que eu sou #UmCopoMeioVazio, nunca fui tão ofendido! Vou rebater com uma hashtag que a classifique bem mal, já sei: #DaNoPrimeiroDia”.

Estou falando e estou preocupada com essas atitudes infantis por causa da falsa ideia de igualdade que existe nas pessoas, de que o homem tem todo o direito de ter as mesmas coisas que as mulheres, porque já somos livres. Isso vai muito além de um aplicativo de layout rosa e outro de layout azul. Isso vai longe, quando dizem que se mulher tem delegacia, homem também tem que ter  – porque é no Lulu que diz que existe o hábito de fazer sexo involuntário, né?. Quando dizem que a lei Maria da Penha não é necessária pois da muita liberdade as mulheres – por isso as que #ApanhamDemais têm que ser valorizadas né? E muitas ideias vazias de que a mulher não é oprimida, e que na verdade, oprime por causa de um aplicativo inventado em 2013, esquecendo completamente do passado absurdo que carregamos nas costas até hoje.

E sobre a ideia de classificar alguém no geral: PAREM COM ISSO! Está na hora de aprendermos a sacar o telefone, ligar para a pessoa, marcar um encontro, conversar, ouvir e depois concluir o que achou e dar um rumo aquele encontro, não é?

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16 comentários sobre “Tubby e a falsa ideia de igualdade

  1. Esse tipo de discussão ao meu ver precisava entrar na categoria de politica, futebol e religião, porque as vezes eu tenho a impressão de que isso nunca vai ter fim, eu nunca fui mulher então não posso falar com conhecimento de causa quando alguma mulher reclama do que ela passa na vida, cada um tem sua historia e quem sou eu para duvidar, mas uma coisa que eu acho é que todos nós ao longo da nossa vida somos incoerentes com algumas coisas, acho que todos nós já fomos machistas e femistas e isso varia de acordo com a situação e de acordo com o que nos convem. Qual mulher nunca foi machista a ponto de ver um comportamento de uma outra menina e pensar ou falar, nossa que galinha, que vadia, que piriguete, sendo assim machista, qualquer mulher que nunca falou para uma amiga ou pensou, nossa que cara cachorro, galinha, não presta, sendo assim femista, e a mesma coisa para os homens, julgar os outros faz parte do nosso DNA parece, eu não acho que isso mude um dia, nós sempre iremos julgar outras pessoas, agora o teor das ofensas e de como somos julgados ai a coisa fica mais complicada, longe de querer ser o dono da verdade, mas eu acho que termos que são ofensivos para mulheres e não para os homens variam de acordo com o que as pessoas do mesmo sexo aceitam ou não, mulher vive chamando homem de galinha com a intenção de ofender mas como os homens no geral não se ofendem então a gente não liga, homem vive chamando mulher de galinha e as mulheres no geral não aceitam esse tipo de comportamento das próprias mulheres, tornando isso ofensivo para as mulheres, tanto que mulher usa esse termo para ofender outra mulher, se as mulheres passassem a aceitar e exaltar as mulheres que pegam todo mundo, como um elogio e não como uma critica, com certeza isso não seria ofensivo, até pq as vezes eu acho que pra mulher ela leva muito mais em consideração a opinião de outra mulher do que a opinião do homem. Agora, se vc chamar um homem de pinto pequeno ou broxa, ele vai se sentir ofendido porque outros homens não aceitam isso, consideram isso ofensivo, do msmo jeito que uma mulher não sofre por parte de outras mulheres por não ter peito grande, bunda grande, então cada sexo tem sua particularidade. Inclusive acho que mulher expoem e julga muito mais os homens do que o inverso, mulher entre amigas entram num nivel de detalhe que homens não entram no geral, a diferença é que mulher faz pelas costas e homem é mais direto, mulher usa muitas indiretas e mensagens subliminares enquanto os homens não entendem muito isso. Acho tambem que há um pouco de exagero com o machismo, apesar de não acreditar que isso aconteça todo dia, mas vamos super que a mulher sofre com algum machismo 1 vez por dia, vc vai ter cruzado com milhares de homens ao longo do dia, ai por causa de um babaca todos os outros tem que aceitar o lulu exatamente por causa de uma minoria, que eu duvido que esteja na lista de amigos das mulheres.

    Os dois aplicativos ao meu ver são identicos e geraram polemicas exatamente pelo fato de só permitirem um sexo de entrar e ainda fazer avaliações anonimas, todas minhas amigas falaram que só avaliaram as pessoas pelo fato do anonimato, o que ao meu ver prova uma tremenda falta de caracter, mas tentem se colocar na pele dos homens, vc acorda um belo dia, com as mulheres postando que nem umas doidas no facebook que era a vingança delas, que tinham um app onde só elas podem entrar e elas podem avaliar sem que ninguem saiba que fez aquela avaliação, os homens no quesito beleza, sexo, comportamento e bla bla bla, com o objetivo de listar os homens que não prestam, e bla bla bla.. e ainda com um agravante, todos os homens estão automaticamente incluidos nesse app, se fosse ao contrario seria a terceira guerra mundial.

    Sobre os termos, logico que tubby é mais vulgar sim, mas porque o homem é mais vulgar que a mulher, na vdd o homem assume a vulgaridade em publico, a mulher não, até pq tudo que está ali no tubby, não sendo machista, são coisas que um casal a dois muitas vezes fazem e conversam entre si, engole tudo e cai de boca pra mim é a mesma coisa.. e ai que entra o que a propria criadora do lulu disse, eu sou mulher, conheço a forma das mulheres conversarem e eu não teria como fazer um app para os homens pq eu não sei o que eles falam apenas entre eles. O tubby entrou nessa onda e esta fazendo a mesma coisa, falando a lingua dos homens, então pra mim é a mesma coisa sim.

    1. Alexandre,

      Agradeço seu comentário, deixando sua opinião, mas vejo que você deve rever alguns conceitos. Creio que todos nós passamos pelo machismo porque a sociedade é assim, e é assim que somos criados, salvas algumas exceções. Mas não podemos desconsiderar homens e mulheres que tornam-se feministas e passam a se desapegar destes julgamentos que não, não vem de DNA, vem da cultura julgadora e machista a qual nascemos.

      A mulher feminista não é ensinada a xingar um homem por ser galinha, mas por se valorizar independente dos julgamentos de homens e mulheres machistas.

      Ambos os aplicativos são ofensivos, de forma infantil como você concordou, mas é preciso considerar da onde vêm essas ideias de julgamento e porque acha-se tão divertido, né? Dos homens a ideia do Tubby veio do Lulu, por se sentirem ofendidos, e com razão. Mas da onde veio essa ideia das mulheres classificarem os homens? Talvez de uma vivência onde foram classificadas.

      Muito embora nada justifique a maldade de classificar seres humanos, é preciso preocupar-se com isso e estudar da onde vem essa mania na sociedade, para talvez melhorar.

      Você diz que nunca foi mulher então não pode saber o que passamos, então a dica que eu dou é ouvir mais estas mulheres que protestam pelo que passaram, pois só assim pode-se ter uma ideia, e se você quiser, claro, ajudar também.

      1. Karol, eu ouço as mulheres sim, talvez não ouça as feministas(uma vez que eu nunca conheçi nenhuma) , mas é por isso que eu te falo, a mulher classifica o homem sim, e pelo que eu converso com as minhas amigas, mulheres classificam mais os homens do que os homens classificam as mulheres, agora o que a gente não pode generalizar é achar que todos os homens são iguais pelo simples fato de algum babaca na rua que vc nunca viu na vida te chame de gostosa ou vadia, até pq eu duvido que vc tenha esse homem no seu FB, sou totalmente contra o machismo porém acho perigoso super dimensionar as coisas. E sobre ser mulher o que eu quis dizer é que eu não posso falar por conhecimento de causa mas conversando com muita mulher me parece que muitas gostam de se fazer de vitimas, é aquela coisa tipo uma minoria dos homens agridem a mulher e ai muitas já falam como se fosse uma historia de vida pelo que as mulheres já passaram, eu nunca conheci nenhuma mulher que foi agredida por homem, nunca conheci nenhuma mulher que foi estuprada, sobre graçejos na rua, todas reclamam mas quando eu pergunto a frequencia que isso acontece e peço para compararem com o número de homens que vc passa ao longo dos dias, isso fica claro que é uma minoria, uma vez que todas falam que passam por milhares de homens ao longo do dia, e poucos fazem graça ou falam alguma coisa vulgar, então me parece sim um exagero falar “o que passamos no dia dia” .

  2. ah, só mais uma coisa, mulher que classifica homem é femista e não machista. Porque daqui a pouco vc vai falar que isso acontece pq a sociedade é machista, as mulheres são criadas como machistas e por isso elas classificam ou xingam os homens.

  3. Mano, pela liberdade de expressão essas duas merdas são permitidas, se não gosta de um tem que proibir os 2. Seu post é sexista, as complicações pra se descadastrar do tubby estra sobrecarregada, o que é diferente de complicações, enquanto o do lulu só tomei conhecimento da existência agora.
    Se o lulu pra você tem como objetivo vingança, então não generalize o assunto e vai apontar e criticar os homens ou homem que fez ou fizeram esses tipo de insulto à você.
    O vídeo mostrado mostra sim uma realidade, mas não aplicada nesse caso. Um dos erros das mulheres ao pedir por igualdade é não notar a sua frescura, ou falta de maturidade para entender como piada, como no tubby, porque tanto mede de ler um #engoletudo ou algo parecido se esses dois aplicativos toscos, porém divertidos, não são feitos pra serem levados à sério.
    E se você não aguenta a brincadeira, não deveria ter zuado os outros no lulu (se é que fez isso).
    Eu por exemplo fui avaliado no lulu e achei engraçado e tudo mais, ninguém ta levando isso à sério e se você quer dar um exemplo de machismo, você errou, pois só se mostrou uma sexista paranoica.

  4. Meninos, creio que você não estão entendendo direito o sentido de feminismo (mas podem tirar duvidas neste post https://hojeacordeiamelia.wordpress.com/2013/07/30/5-licoes-sobre-o-feminismo-para-leigos/ e em muitos outros sobre este assunto aqui no blog mesmo) e o intuito do texto. Como eu disse lá, o foco é que os apps vão muito além de uma brincadeirinha entre meninos e meninas, existem maiores problemas envolvidos. Se vocês quiserem discutir com base no que eu realmente disse, sou toda ouvidos.

  5. hummmm Karol, eu sei exatamente a diferença entre pessoas feministas e femistas, eu inclusive me considero feminista, eu inclusive falei no meu ultimo post que quem defende o lulu e critica o tubby é femista e não feminista.

    eu concordo que as tags do tubby são mais pesadas e extremamente vulgares, eu falo isso, mas eu falo que os dois app são exatamente iguais porquê ao meu ver as tags nada mais são do que o sintoma e não a causa, para mim o problema é mais profundo uma vez que cada um tem seus valores, discutir tags é exatamente discutir o valor de cada um, o problema é que as caracteristicas das pessoas estão sendo julgadas e expostas em público sem que essas pessoas concordem com isso e sem que elas saibam quem divulgou e o que foi divulgado a seu respeito, isso é o mais nocivo ao meu ver, por mais que vc ache as tags do lulu inofensivas, nós perguntamos se os homens querem que uma intimidade dele seja exposta em publico ? por mais inofensiva que seja, sobre as tags do tubby, eu conheço um mooonte de mulher que fala que adora tapas, não vamos muito longe que uma cantora teve uma musica que fez muito sucesso que dizia que um tapinha não dói, e cansei de ver na tv a mulherada tudo concordando com a musica, então tags ? tags é o valor de cada um, agora o lulu foi pioneiro e teve a péssima idéia de divulgar intimidade dos homens sem que eles quisessem, o fato de ser inofensivo não da direito a nenhuma mulher divulgar uma caracteristica de um homem em publico, e convenhamos todas essas barbaridades que tem no tubby é algo que as pessoas fazem, não tem nada novo ali, agora o mais importante é vc quer que sua intimidade seja exposta ? não importa qual seja a intimidade, isso é um direito das pessoas.

  6. Em nenhum momento disse que você estava sendo feminista, disse que tava sendo sexista (por parte do sexo feminino) ou femista, como preferir, to argumentando exatamente contra o que você ta dizendo, não entendi errado.

  7. Outra coisa que esqueci de dizer é que o foco do aplicativo é o que você interpreta por ele, se não quer brincar não entra na brincadeira, é só se descadastrar.

  8. O que consigo interpretar desses comentários dos senhores são desculpas para fomentar a criação de um app com tags de cunho estritamente sexual ‘versus’ um app, tão quanto infantil, que tinha a proposta de inverter os valores. Valores esses que diz ser do DNA – julgar pessoas – seja no real ou virtual. Virtual esse que, a pessoa julgada, não teria acesso ao dossiê feito por QUALQUER pessoa. Bastava colocar tags para a pessoa na berlinda dessa rede social.

    O post fala que os dois apps são fúteis pelo mesmo fato que vcs, caros senhores, reclamam: o julgamento. O ranking que apartir da média de depoimentos e tags [que o lulu tinham mais assuntos a serem discutidos e comparação ao tubby] a pessoa seria digna de um relacionamento ou não.

    E então utilizam as desculpas dadas por homens [por terem conhecimento de causa] que um dia analisaram mentalmente ou em uma roda de amigos outra mulheres. Agruparam mulheres ‘para casar’ e ‘para zoar’. Essas que #engolemtudo seriam ótimas para um momento de curtição, não é mesmo? Pq não para um relacionamento mais duradouro?

    Isso é uma pergunta retórica que quado pergunto aos homens-que-querem-mulheres-santas-na-mesa-e-putas-na-cama-sem-ngm-saber ouço outras desculpas sexistas como essas na minha rede social real.

    O vídeo no final do post mostra a pouca liberdade que as mulheres tem de fazerem um app que discute os relacionamentos tidos, e assim, dá o direito de fazerem um app mais baixo, mais cruel (como se já não bastasse a culpa que carregam, erroneamente, de ter um video íntimo exposto) para contrapor as mesmas.

    Novamente a inversão de vítima e culpado, pois nós homens levamos na brincadeira -será? ou dizemos que levamos pois assim fica melhor para com a sociedade? – o julgamento, enquanto elas levam tags baixas com o peso de legitimidade por uma pessoa talvez desconhecida – pois não sabemos quem nos julgam – por motivos desconhecidos e alegação de ‘arrego’ qdo fazem o descadastro do app [descadastro este que é mto mais complicado em comparação ao lulu]

    Concluindo, os app são, sim, ridículos, mas não pela desculpas expostas nos comentários pelos senhores. Como as feministas, chamadas de feminazi ou femistas [obg pela enriquecimento cultural], de MALE TEARS.

    E convido a lerem essa decisão da justiça sobre o app tubby: http://g1.globo.com/tecnologia/tem-um-aplicativo/noticia/2013/12/justica-proibe-no-brasil-app-tubby-para-homens-avaliarem-mulheres.html?utm_source&

    1. Também gostaria de dizer para a Karol que o meu comentário e do Alexandre são diferentes, se for argumentar contra ele não me inclua, pois eu não necessariamente concordo com tudo que ele disse.

  9. Em nenhum momento coloquei a opinião de ninguém aqui como “desculpas”, você me julgou errado. Se eu disse o que eu disse é porque eu acho isso não existe nenhuma desculpa, os dois aplicativos tem a mesma conotação, nenhum é mais nocivo que o outro.
    E em nenhum momento disse que eu teria preconceito com uma mulher que #engoletudo, pelo contrário, iria adorar. Praticamente todas mulheres fazem sexo, chupam um pinto ou uma xota e fazem sexo anal (se forem heterosexuais), se algum homem não consegue encarar isso como a realidade e quer colocar isso como algo ruim é um imbecil hipocrita que não aguentou o tranco com alguma mina, então não seja pretencioso e embase seus argumentos no que eu disse.

  10. Mais uma coisa: eu não sei você, mas tem que ser muito estúpido pra achar que uma tag do tipo #gostadelevartapa vai incentivar a violência contra a mulher, é obvio o sentido sexual da palavra, algumas mulheres gostam de levar tapas durante o sexo. E acredito que a maioria esmagadora dos usuários nunca levaria uma aplicativo desse tão a sério ao ponto de desconsiderar a opinião real da mulher sobre o assunto.
    Enfim, sou contra censura de qualquer coisa.

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